Presidente do Marcílio entrega pessoalmente as primeiras carteirinhas do programa de sócios

Falta quase um mês ainda para o Marcílio Dias entrar em campo e dar início da temporada de jogos em 2013, mas desde o final do ano passado o clube já vem trabalhando nos bastidores. Uma das área que vem se destacando é a comunicação, dirigida pelo amigo Flávio Roberto (Válvula Rock e TEC Filmes).

Depois da campanha “Juntos somos grandes” e da entrada do Marcílio Dias no programa Torcedor de Vantagens, do qual o vizinho Camboriú já fazia parte, as diretorias de comunicação e social (do diretor Jânio Flávio) tiveram uma baita idéia. Sábado de manhã o presidente Marlon Bendini, Jânio e o diretor de futebol Agnaldo dos Santos partiram em caravana pela cidade para entregar pessoalmente as primeiras carteirinhas do novo programa de sócios. O vídeo ainda traz relatos de quatro torcedores contemplados sobre suas paixões pelo clube.

O que os torcedores esperam agora é que o futebol do clube esse ano vá tão bem quanto essas ações de marketing.

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Novela dos laudos versão Segundona do Catarinense

Faltando 33 dias para o início do Campeonato Catarinense da Divisão Especial, a Segundona, e já temos mais uma polêmica. Os clubes deveriam ter entregado ontem para o departamento de competições da Federação Catarinense de Futebol (FCF) os laudos para a liberação de seus devidos estádios. Como era de se esperar, só o Concórdia entregou. Isso porque como bem lembrou o amigo Rodrigo Santos, a equipe tem dois jogos de suspensão para cumprir e nessas partidas vai jogar em Xanxerê, onde a Chapecoense estava mandando seus jogos no Catarinense. Ou seja, os documentos já estavam prontos.

O Marcílio Dias, por exemplo, só entregou os laudos de higiene (vigilância sanitária) e engenharia. Em entrevista ao jornal DIARINHO de hoje (matéria abaixo), o clube justificou que só pode fazer o laudo de segurança (polícia militar) depois que fizer as melhorias apontadas pelos bombeiros. Tanto o clube quanto o Major Biluk garantiram que as melhorias que precisam ser feitas são coisas bem simples.  O prazo final para entregue passou a ser às 19h de quinta-feira, já que a FCF precisa protocolar os documentos no Ministério Público na sexta-feira pela manhã, 30 dias antes do início da competição.

laudos

Segundo um documento publicado ontem pelo amigo Rodrigo Santos (link aqui), a reunião de ontem foi convocado pela FCF e cogitava o adiamento do início da competição. Se isso acontecesse, os clubes da Segundona não poderiam disputar a Copa Santa Catarina, que dá vaga na Copa do Brasil. Ontem conversei com o diretor de futebol do Marinheiro, Agnaldo dos Santos, e o que ele me passou é de que os clubes queriam o adiamento do início da competição em dez dias, mas a federação não aceitou.

Durante a conversa que tive com Fábio Nogueira, diretor de competições da FCF, a FCF não deve punir os clubes em caso de atraso. Vai lavar as mãos e deixar com o Ministério Público. Digo isso porque ele não soube me informar o que aconteceria se o prazo de quinta-feira não for respeitado, mas me lembrou que o MP queria esse ano que as duas primeiras rodadas da Divisão Principal acontecessem com portões fechados pelo mesmo problema.

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Fórmula 1 em SC? Dúvido, mas tomara, desde que com dinheiro privado

Encontro entre Raimundo Colombo e Bernie Ecclestone no final de novembro no Beto Carrero. Foto: Assessoria/BCW

Encontro entre Raimundo Colombo e Bernie Ecclestone no final de novembro no Beto Carrero. Foto: Assessoria/BCW

O projeto de autódromo (o que já tem lá é um kartódromo) no Parque Beto Carrero World, em Penha, com traçado desenhado por Herman Tilke voltou a pauta hoje. Isso porque em entrevista ao jornal Estado de São Paulo, o chefão da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, deu um ultimato à São Paulo. “Este ano não espero mudanças. Mas se o autódromo não estiver na condição que a F1 necessita em 2014 não iremos a São Paulo”. É mais uma das séries de ameaças que o cartola faz há muitos e muitos anos a Interlagos e que nunca foram cumpridas. Além da Penha, Ecclestone citou o projeto de autódromo de Deodoro, no Rio de Janeiro. Ambos só existem no papel.

A grande bronca do “mundo da Fórmula 1″ com São Paulo é que há um projeto de reforma e modernização de Interlagos. A principal delas é a mudança da área do Paddock (onde ficam as estruturas das equipes). O problema é que esse projeto feito pela SPTuris está orçado em R$ 120 milhões para sair dos cofres da prefeitura. O projeto foi feito na gestão de Gilberto Kassab, que não deixou o valor previsto no orçamento, e o atual prefeito Fernando Haddad descarta custear essa obra.

Ao que parece, as ameaças de Ecclestone continuam sendo apenas pressão sobre São Paulo. Até porque a Fórmula 1 vai muito além do autódromo e precisa de uma estrutura imensa que a maior e mais rica cidade do país tem dificuldade em manter. Mas como a F1 é antes e sobre tudo dinheiro, não é nada impossível a vinda para Santa Catarina.

Eu, como morador de Santa Catarina há 20 anos e jornalista esportivo, adoraria ver o maior evento automobilístico do planeta aqui pertinho. Mas são milhões e milhões de reais por ano, portanto, sou contra investimento direto do Governo do Estado nisso. Pode ajudar com incentivos e mais ainda, investindo na cidade de Penha e na região, que precisariam ter maior estrutura para receber um evento desse porte.

A pista, sua manutenção e melhorias TÊM que ser bancadas exclusivamente pela iniciativa privada, pelo Parque Beto Carrero e outras grandes empresas sediadas na região. A maioria das corridas da temporada tem nomes com patrocínios: F1 Rolex Australian GP, F1 Petronas Malaysia GP, F1 Gulf Air Bahrain GP, F1 Etihad Airways Abu Dhabi GP… Para aumentar os argumentos contra o uso de dinheiro público nisso, o GP do Brasil é da (não só transmitido) Globo, que comprou a International Promotions, que organizava a prova.

Deixo abaixo alguns trechos selecionados por mim do post “Pingo nos is”, do jornalista Flávio Gomes, no site especializado Grande Prêmio. Flávio acusa o correspondente do Estadão, Livio Oricchio, de ser “assessor” de Ecclestone nesse assunto. O post completo pode ser lido nesse link.

[...]

Eu, pessoalmente, sou contra a Prefeitura fazer um paddock novo que só servirá para a F-1. Quando alguém vai rezar uma missa ou fazer um show em Interlagos, se encarrega de montar o altar e o palco. Se a F-1 acha os boxes de Interlagos feios e cafonas, que faça outro por sua conta. A estrutura serve perfeitamente ao automobilismo nacional e internacional. Não fosse assim, a F-1 não correria lá desde 1990.

OK, os autódromos mais novos são lindos e exuberantes. Mas e daí? Desde quando lindeza e exuberância, luxo e extravagância, sofisticação e frescura devem ser padrão para o planeta inteiro?

O GP do Brasil pertence à TV Globo, que comprou a International Promotions, empresa que organizava a corrida. Assim, a Globo que construa seus boxes novos, e que cuide deles. Há outras prioridades na cidade para os estimados 120 milhões da reforma orçada por Kassab e, repito, não incluída no orçamento de São Paulo para 2013. Eu prefiro que esse dinheiro seja usado, por exemplo, em uniformes escolares. Ou em corredores de ônibus. Ou em urbanização de favelas.

[...]

Há uma chance de o GP do Brasil sair de São Paulo e ir para Santa Catarina? Sim, se fizerem um autódromo lá. Se o povo catarinense aceitar uma despesa da ordem de milhões de dólares para construir m autódromo que será usado duas ou três vezes por ano. Está sobrando dinheiro lá? Não sei, não me diz respeito. Não faço lobby nem a favor, nem contra corrida em lugar algum. Não é esse o papel do jornalista. Se a F-1 deixar Interlagos, paciência. A Prefeitura continuará tendo a obrigação de manter seu autódromo em boas condições para tudo que acontece lá. São Paulo, a cidade, não vai morrer por causa de uma corrida. Qualquer bom show de rock traz mais gente à cidade do que o GP. É uma falácia essa história de que entra uma fortuna nos cofres públicos graças à corrida. É apenas mais um evento, para 50, 60 mil pessoas, que acontece todos os anos. Legal, claro. Eu adoro e me orgulho, como paulistano, de ver a F-1 aqui. Mas não quero pagar a conta para que ela aconteça. Quem ganha com o GP que se encarregue de viabilizar sua permanência.

E, sinceramente, prefiro o calor humano e a bagunça de Interlagos aos jardins de Xangai. Caguei para os jardins de Xangai.

ATUALIZAÇÃO (18h30 de 16/04): Matéria do Diário Catarinense dessa terça-feira traz uma entrevista com Alexandre Fernandes, que depois de ser desligado da secretaria de Articulação Internacional do governo do Estado virou “Interlocutor voluntário” entre o Governo Colombo e Ecclestone, onde ele diz que o chefão da categoria tem interesse na corrida em Penha, independente do futuro de Interlagos. Poderia ser uma segunda corrida no país e ela receberia o nome de GP do Mercosul. Lembrando que não é uma fala direte de Bernie Ecclestone e sim de um interlocutor. Faço questão de frisar que não estou duvidando da informação, muito menos da matéria de Cristiano Rigo Dalcin, apenas acho importante lembrar esse ponto.

Ainda nesta terça-feira, porém no período da tarde, o site Grande Prêmio publicou uma notícia com a entrevista do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, À Rádio Jovem Pan. Nela, Haddad foi taxativo e descartou a possibilidade de Interlagos ficar fora do calendário. “Isso está encaminhado. Eu já mandei há mais de um mês uma carta me comprometendo com a reforma do autódromo”, declarou o prefeito.

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O acordo entre a Propague, FCF e os clubes

A agência Propague Serviços de Comunicação Ltda. foi contratada pela Associação dos Clubes de Futebol Profissional de Santa Catarina (SCClubes) para negociar o contrato de televisionamento do Campeonato Catarinense e os contratos de publicidade. Desde então a empresa vinha fazendo isso. Mas esse ano, os clubes deixaram a empresa de fora do contrato de R$ 4 milhões assinado com o Grupo RBS. Alegando (e depois provando) que o acordo foi prorrogado até 2014 e se sentindo prejudicada, a empresa acionou a Federação Catarinense de Futebol (FCF), a Associação dos Clubes e todos os clubes do Catarinão 2013 na justiça.

O processo se iniciou no dia 28 de janeiro e já de cara a empresa conseguiu uma liminar positiva que obrigava o Grupo RBS a depositar em juízo o valor referente aos 12% do contrato (R$ 200 mil). As duas partes chegaram recentemente a um acordo, que foi publicado no dia 8 deste mês, segunda-feira.

No acordo a empresa vai receber agora os R$ 200 mil que estavam depositados em juízo. Ano que vem, nesse mesmo período do ano, ela recebe mais uma parcela de R$ 200 mil (mais reajuste). Deste ano até 2015 a Propague vai ter o direito de colocar uma placa de publicidade nos estádios do Campeonato Catarinense. A placa vai ser a segunda ou terceira a direita da linha de meio-campo do lado onde as câmeras pegam. A placa já vale para o Catarinão 2013. Essa vai ser a terceira placa em que os clubes não vão ganhar nenhum centavo, hoje já têm as placas da Chevrolet e da RBS.

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Pitacos da apresentação de Agenor Piccinin no Marcílio Dias

Agenor Piccinin - apresentação - foto Adriano AssisNo final da tarde desta quarta-feira o técnico Agenor Piccinin, que levou o Marcílio Dias ao vice-campeonato da Copa Santa Catarina de 2013, foi apresentado como o treinador do Marinheiro para essa temporada de 2013. São duas grandes missões: garantir o acesso no Catarinense e fazer uma boa campanha na Série D do Brasileirão. Gostei da escolha do Agenor para treinador da equipe.

Abaixo os principais pontos da coletiva.

1. A prioridade é o acesso à primeira divisão do Campeonato Catarinense.

2. Até por questões financeiras, o elenco deve ter num primeiro momento cerca de 23 a 25 jogadores (a Série D tem 2 rodadas antes da paralisação para a Copa das Confederações). Num segundo momento é que o grupo vai receber reforços e ser aumentado. Há uma lista de jogadores que já foram sondados. Os nomes não foram revelados.

3. Os jogadores serão escolhidos a dedo por Agenor Piccinin e sua comissão técnica e vai passar pelo aval da diretoria. O discurso é de que o perfil de atletas vai ser de jogadores comprometidos com o clube. Sem preguiçosos e sem baladeiros.

4. A previsão inicial de Agenor Piccinin é de que o início dos trabalhos seja entre 25 a 30 de abril. Lembrando que a Segundona começa no dia 25 de maio.

5. Foi perguntado o nome de Rui Rei como um dos possíveis contratados. O presidente Marlon Bendini foi categórico em dizer que enquanto ele for presidente, nenhum jogador que já colocou o time no pau vai voltar a vestir a camisa Rubro-anil.

6. Perguntei ao diretor de futebol Agnaldo dos Santos se a folha salarial iria girar em torno de R$ 60 mil e R$ 70 mil. A resposta foi não. Vai ser maior do que isso, ele garantiu. O valor exato só não foi anunciado porque a maioria das negociações do Marcílio Dias com patrocinadores está no “quase lá”. Acertado de boca, mas sem assinatura. Então o clube ainda não tem certeza de quanto vai ter para gastar.

7. O presidente Marlon Bendini garantiu que o clube vai gastar o que ele arrecadar. Agenor Piccinin garantiu que ele e todo o elenco da Copa Santa Catarina receberam seus salários e o que tinham para receber. O presidente também decretou o fim da gangorra no clube, que ele não vai mais ficar nessa de sobe e desce (agora é esperar para não ficar no discurso). Ele declarou que o objetivo é fortalecer o nome do clube para firmá-lo entre os principais do estado e deixá-lo numa boa situação, visando o centenário (2019).

8. Sobre o patrocinador máster, Agnaldo garantiu que há duas empresas na briga. Uma é do sul do estado e a outra o presidente está vindo da Espanha (pela dica é a Gomes da Costa, do presidente Alberto Encinas).

As primeiras palavras de Agenor Piccinin

Treinador responde sobre o grupo da Série D

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Copa do Brasil: Federações escolhem o adversário da primeira fase?

Como é feita a tabela da Copa do Brasil? Essa é uma boa pergunta a ser feita. Não há sorteio e, por isso, os critérios são obscuros. Nesta terça-feira o site ESPN.com publicou uma matéria sobre o lobby que os clubes, principalmente do Nordeste, fazem para receber as grandes equipes do futebol na competição. Os pedidos são feitos para as federações que seriam as responsáveis por intermediar o pedido junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

“Presidente, se puder, mande uma grande equipe para aliviar a questão financeira”.

Foi esse o pedido que José Maria Marin escutou do representante do Flamengo-PI, Jankel Costa, em 8 de janeiro, na sede da federação paulista. O dirigente do rubro-negro piauiense estava de passagem pela entidade para conversar com o seu mandatário, Marco Polo del Nero, e acabou encontrando, segundo ele, por coincidência com o cartola da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Não pensou duas vezes antes de sondar o Santos de Neymar para a primeira fase da Copa do Brasil.

Pedido feito, pedido atendido.

O pedido é um só, um time grande para o clube lotar o estádio e faturar bastante com renda (Santos e Flamengo são os mais pedidos) ou um clube mais fraco para garantir a classificação para a segunda fase. A matéria traz ainda a reclamação do Parnahyba/PI, que fez cinco pedidos e não ganhou nenhum deles. Ao invés de Santos ou Flamengo para encher o estádio ou Maranhão, CSP e Baraúnas para disputar a classificação, vai encarar o ABC/RN.

Lendo a reportagem, uma série de perguntas surgiram na minha cabeça. Os clubes catarinenses fazem esse tipo de pedido? Quando fazem, são atendidos? Os clubes catarinenses estão enfrentando quem eles querem enfrentar nessa primeira fase?

Os adversários dos Catarinenses

2013

Volta Redonda x Avaí
Noroeste x Criciúma
Desportiva/ES x Figueirense
Aracruz/ES x JEC

2012

Madureira x Criciúma
São Mateus/ES x Chapecoense

2011

Brusque x Atlético-GO
Vilhena/RO x Avaí

2010

Ypiranga/RS x Avaí
Chapecoense x Brasiliense

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O rebaixamento do Camboriú FC e a volta empurrando busão

Terminou neste domingo qualquer chance do Camboriú Futebol Clube de escapar do rebaixamento no Campeonato Catarinense. Com a derrota por 2 a 1, de virada, para a Chapecoense e a vitória do Juventus, também de virada, sobre o Guarani de Palhoça, a equipe da Capital do Mármore tá matematicamente rebaixada com duas rodadas de antecedência. Resta agora se despedir da torcida no próximo domingo e depois fechar a sua participação na competição.

Na partida de ontem, quem foi a Xanxerê ou (como eu) escutou pelo rádio, percebeu algo que aconteceu em quase todas as partidas da equipe no estadual: a inconstância. De novo foi uma equipe de dois tempos e, mais uma vez, pagou caro por isso. Conseguiu sair na frente onde a Chapecoense estava invicta. Nesse momento o Guarani vencia em Jaraguá do Sul, resultados que embolava a briga pela permanência (ficaria Guarani 17, Juventus 16, Cambu 15). Mas aí veio o segundo tempo, onde a equipe voltou mal, a Chapecoense jogou sozinho e o 2 a 1 acabou ficando no lucro pelo risco da goleada.

Castigo dos céus ou não, o elenco teve que fazer a longa viagem Xancerê-Camboriú já rebaixado e de quebra, ainda precisou empurrar o ônibus que deu problema no caminho.

Agora é pensar em 2014. Com a diferença de meses entre o final da Copa Santa Catarina, que deve rolar no final do ano, e o início da Segundona, que deve se firmar em final de maio, não vale a pena a equipe disputar a Copinha. Agora é dar um tempo para esfriar a cabeça, deixar a poeira baixar e depois já começar o planejamento para o retorno à elite.

O Camboriú tem uma série de condições favoráveis para provar que não foi só fazer um passeio na primeira divisão. É um clube novo (faz dez anos no dia 11), sem dívidas, com uma torcida que apoia não só dentro de campo, mas também a diretoria fora dele. Não tem a pressão de trabalhar com uma oposição forte. O grande desafio vai ser atrair investidores fortes. O clube tenta se firmar como o representante das duas Camboriús. Tem conseguido isso em matéria de torcida, mas os investimentos da iniciativa privada de Balneário ainda é tímido.

Poderia enumerar os vários erros durante o Catarinense, como a demora em notar a fragilidade da equipe e na pouca preocupação com a defesa, além de terem demorada quase todo o campeonato para contratarem alguém que fizesse gol. Erros que não podem ser apagados com os erros da arbitragem e a falta de dinheiro para investir mais. São erros que tem que servir de lição para o futuro.

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