Marcílio Dias, LA Sports, Paulo Turra e minhas impressões

Foto de Flávio Roberto/Assessoria CNMD

Foto de Flávio Roberto/Assessoria CNMD

Como todo mundo já tá sabendo finalmente saiu a parceria entre o Marcílio Dias e a LA Sports. A grande surpresa foi a vinda de Paulo Turra como treinador, exigência da parceria. Os detalhes completos vocês podem conferir no jornal Diarinho de hoje. Abaixo alguns pitacos.

1 – A princípio acho uma boa essa parceria que vai dar uma força que o clube não teria. O plano era subir da Segundona e cumprir tabela na Série D. Hoje dá pra pensar em Série C.

2 – Não tenho dúvida que um dos fatores que pesaram para o clube aceitar a parceria da forma que aceitou foi a falta de apoio da iniciativa privada. Jamelli e cia. queimaram mais ainda a imagem do clube e estava difícil a captação de recursos. Até onde eu sei só havia um patrocínio garantido, o da Gomes da Costa, que ainda negociava valores. O clube pediu R$ 50 mil/mês e a empresa ofereceu R$ 25 mil/mês. Acredito que fique em algo em torno de R$ 30 ou 35 mil.

3 – Várias outras negociações de patrocínio estão no quase. Mas ainda não fecharam. A diretoria confiava muito que um bom trabalho atrairia patrocinadores. Mas se isso não ocorresse não teria dinheiro pra manter esse time.

4 – A LA Sports vai ser a responsável por todo o futebol profissional do clube e só. Não deve influenciar em outras áreas.

5 – A vinda de uma base pronta de boa qualidade, mais os jogadores que estão aqui e algumas contratações que vão ser feitas vai formar um bom elenco. Favoritaço ao título da Segundona e que dá esperança para a Série D e a Copa SC.

6 – O Paulo Turra é um bom treinador e já trabalha há muito tempo com o grupo. Acho que vai se sair bem no Marcílio Dias. Mas não gostei do que fizeram com o Agenor Piccinin. Espero que não se crie um clima ruim.

7 – O que me preocupa é a duração do contrato até o final do ano. Pode ser renovado. Mas se não for renovado pode virar um problema, já que corre o risco de todo mundo ir embora depois da Copa Santa Catarina e o Marcílio Dias começar do zero a preparação pro Campeonato Catarinense. Esse é o grande ponto que me preocupa.

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Série D: Tombense e Nacional de Patos de Minas devem se fundir

Foto da Rádio Muriaé

O destino do Marcílio Dias e dos outros integrantes do Grupo A7 do Campeonato Brasileiro de Futebol da Série D deve mesmo ser Tombos, no interior de Minas Gerais. Mas para enfrentar uma equipe diferente: o Nacional de Patos de Minas. Apesar das duas cidades estarem separadas por mais de 700km, os dois clubes negociam uma fusão. A informação é do blog do Dr. Julio Tombense.

O acordo funcionaria assim:
O TOMBENSE FUTEBOL CLUBE (clube fundado em setembro de 1914) continuaria com o seu CNPJ e solicitaria licença à Federação Mineira de Futebol, quanto às suas participações em competições organizados por aquela entidade (CBF). No seu retorno, começaria do “zero”, ou seja, a Terceirona.
O NACIONAL ESPORTE CLUBE continuaria com o seu CNPJ e como integrante do Campeonato Brasileiro Série D, continuaria a participar da competição, mas solicitando à CBF, a alteração na sua denominação para TOMBENSE FUTEBOL CLUBE ou TOMBENSE ESPORTE CLUBE.
O patrimônio do ESPORTE CLUBE TOMBENSE seria cedido, em comodato ao clube que iria participar da “série D”.

O presidente Lane Gaviolle, do Tombense, e o presidente Amarildo Ribeiro, do Nacional, ainda negociam a duração do contrato que pode ser de cinco a dez anos. Foi Amarildo que falou em não sair de Tombos. Se a fusão não sair, o Tombense deve oficializar a desistência da competição e a vaga passaria para a Caldense e depois Guarani de Divinópolis, que também devem abrir mão, chegando assim no Nacional. Ainda tem América de Teófilo Otoni e o Araxá antes da vaga ir para São Paulo, onde ficaria com o Linense.

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Série D: Tombense e não Villa Nova no grupo do Marcílio Dias

A Tombense de Eduardo Uram é o integrante mineiro no Grupo A7, o grupo do Marcílio Dias no Campeonato Brasileiro da Série D. Pelo saldo de gols das semifinais do estadual de Minas Gerais, o Villa Nova ultrapassou a Tombense, conquistou o título de Campeão do Interior e vai para o Grupo A6.

A Federação Mineira de Futebol alertou sobre isso na terça-feira véspera da partida de volta entre Villa Nova e Cruzeiro pela semifinal do Mineirão.

A edição deste ano poderá coroar um campeão inédito, o Tombense, que em sua primeira participação no Módulo I poderá chegar ao título. Pelo outro lado, o Villa Nova poderá repetir o feito dos anos de 1984, 1997, 1998 e 1999. O Leão do Bonfim joga por um empate, já que a equipe de Tombos perdeu suas duas partidas para o Atlético nas semifinais. Uma derrota por um gol de diferença também assegura a conquista para a equipe de Nova Lima pelo critério de saldo de gols.

O Cruzeiro venceu por 1 a 0 e se classificou para a final da competição. O Villa Nova ganhou o título de campeão do interior. Na verdade são forte as informações de que a Tombense não vai disputar a Série D, mas como não há nada oficialmente ainda, vou manter a equipe da cidade de Tombos no grupo do Marinheiro. Se a Tombense desistir, a vaga fica com a Caldense, que deve fazer o mesmo, aí é a vez do Guarani de Divinópolis. O perfil no Twitter “Siga Villa Nova” me passou há um tempo que a equipe ganha R$ 1,5 milhão por ano da prefeitura de Nova Lima, além de R$ 600 mil de cota de TV e R$ 300 da BMG, um total de R$ 2,4 milhões por ano, fora os outros patrocinadores. Portanto, não deixa de ser uma boa notícia para o Cílio essa mudança.

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Marlon Bendini quer novo estádio e em novo local

estadioNa noite da última segunda-feira o presidente do Clube Náutico Marcílio Dias, Marlon Bendini, participou do Menina Esporte Show, da Rádio Menina FM. Foram quase duas horas de programa onde o Marlon falou sobre vários assuntos interessante, mas um me chamou mais a atenção por ser uma discussão bastante antiga dentro do Marinheiro: um novo estádio.

A queixa do presidente é principalmente pelos gastos que o estádio Dr. Hercílio Luz, popularmente chamado de Gigantão das Avenidas, exige todo ano para garantir a sua completa liberação. Ano passado, o esquenta-galho (arquibancada descoberta lateral) ficou interditado durante toda a Copa Santa Catarina. Marlon garante que ja foram gastos R$ 200 mil nas reformas do estádio e que a prefeitura vai fazer uma licitação de R$ 150 mil pra parte elétrica do esquenta-galho.

Então, na visão dele, sobrariam duas opções: derrubar o estádio e construir outro ou fazer o estádio em outro local. Das duas ideias, o presidente prefere a segunda. Funcionaria da seguinte forma: a prefeitura faria a doação de um terreno, um investidor construiria um estádio com um CT em anexo e depois de pronto o Marcílio Dias faz a mudança, com o investidor ficando com a área do Gigantão das Avenidas, que segundo Marlon, vale R$ 110 milhões.

Seria uma mini-arena (pelo formato retangular e não arredondado das arquibancadas) para 10 mil pessoas já preparado para uma ampliação para 15 mil caso um dia seja necessário. O Marcílio Dias já teria três terrenos em vista dos quais Marlon não quis dizer onde é porque “tem uns cinco ou seis lá dentro que sempre jogam contra”. Mas ele garantiu que todos ficam da BR-101 pra cá.

Depois o presidente deixou escapar que um dos terrenos vistos fica no bairro da Praia Brava. Não sei onde são os outros dois, mas tenho um palpite de que um deles é um terreno do qual a prefeitura já está de olho no São Vicente, próximo à rodoviária. Confesso que ainda tenho um pé atrás com essa história de estádio em outro local, mas quero opinar quando tiver projetos em mão e valores, antes disso, seria só especulação.

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“Álbum” do Marcílio Dias de 2008 com Leandro Damião e cia. Você se lembra desse time?

Arte do jornal Diarinho - 2008

Arte do jornal Diarinho – 2008

Esses dias, fuçando os arquivos de fotos da editoria de esporte do Diarinho eu encontrei essa arte, um “álbum de figurinhas” com o elenco do Clube Náutico Marcílio Dias que disputou o Campeonato Brasileiro da Série C de 2008. A equipe fez uma das melhores campanhas em Brasileirão da história (a melhor foi o quarto lugar na Série C de 1988, como me lembrou o amigo Anderson Bernardes), fazendo a torcida sonhar com a vaga na Série B. Na época eram os amigos Anderson Bernardes e Marcelo Roggia que faziam esse tipo de especial sobre o Marinheiro.

Era uma Série C importante porque 2008 foi o último ano em que essa foi a última divisão do Campeonato Brasileiro. Das 63 equipes da competição, os quatro primeiros foram para a Série B de 2009, do 5º ao 20º e os quatro rebaixados da Série B de 2008 formaram a Série C de 2009, o restante teria que brigar por vagas na recém-criada Série D. O especial do Diarinho trazia a informação que a criação da nova série fez com que o Joinville tentasse comprar a vaga do Marcílio Dias, o que não aconteceu.

leandraoO clube veio de um Campeonato Catarinense onde ficou em quinto lugar, mas que passou por um trauma, a morte do goleiro e ídolo Marcelo Vacaria num acidente de carro no dia 16 de fevereiro. Para a Série C o elenco de Mauro Ovelha trazia jovens atletas, pratas da casa como o zagueiro Vitor, mas era formado principalmente por atletas rodados como Claudemir, Benson, Felipe Oliveira e cia. Dos novos atletas vale registrar a presença do então Leandrão (foto), que veio por empréstimo do Atlético de Ibirama e teve uma atuação muito discreta pelo clube itajaiense. Tanto que tem marcilista que nem se lembra da sua passagem por aqui. Depois do Marcílio, Leandrão foi para o Cidade Azul (Tubarão), depois voltou para o Atlético de Ibirama onde se destacou e foi um dos artilheiros do Campeonato Catarinense de 2009. Foi para o Inter B e subiu para o Internacional principal quando foi rebatizado de Leandro Damião, hoje atleta de seleção brasileira em busca de vaga para a Copa do Mundo de 2014 e provável novo reforço do Tottenham.

Voltando a competição. As 63 equipes foram divididas em 16 grupos e o Marcílio Dias caiu no grupo 15 junto com Engenheiro Beltrão-PR, Inter de Santa Maria-RS e Toledo-PR. A primeira partida foi no dia 6 de julho, em casa, contra o Toledo. Jogo que terminou em 1 a 1. Escalação do Marcílio: Márcio; João Rodrigo, Téio, Alex Pirulito (Vitor Hugo) e Arlan; Benson (Brenno), Fabrício, Claudemir e Terrão (Michel Japa); Felipe Oliveira e Maurício. Técnico: Mauro Ovelha.

Com 9 pontos em 6 jogos, Toledo e Marcílio Dias passaram para a segunda fase e se juntaram a Brasil de Pelotas-PR e Caxias-RS no grupo 24. O time do Marcílio decolou, marcou 13 pontos e passou para a terceira e penúltima fase como líder do grupo. Aí o dinheiro acabou, houve brigas internas, o presidente Marlon Bendini se afastou e a equipe começou a cair. Na terceira fase fez parte do grupo 28 junto com o Brasil de Pelotas-RS, Ituiutaba-MG e Guarani-SP. O Marcílio Dias marcou apenas 5 pontos e ficou na última colocação. Guarani e Brasil foram para o octogonal final.

Na versão do presidente Marlon Bendini, no entrevistão ao Diarinho em outubro do ano passado, o agora novamente presidente falou da briga nos bastidores. O Marcílio Dias foi mais longe do que o esperado e o dinheiro acabou. Segundo Marlon Bendini, a Cassol ofereceu cobrir o que faltava na briga para chegar a Série B e mais um dinheiro em troca do contrato de renovação ser renovado em mais 10 anos. Marlon gostou, o Conselho Deliberativo não. Marlon culpa principalmente Aldo Corrêa e Carlos Crispim por isso. Como “o Conselho não quis o dinheiro”, Marlon decidiu se afastar e deixar que a turma se virasse em manter a equipe na competição.

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Fúria Marcilista em busca de apoio para viagem à Caxias do Sul

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A torcida organizada Fúria Marcilista segue correndo para arrecadas fundos e garantir a viagem em grande número para Caxias do Sul, no dia 9 de junho, a primeira partida do Marcílio Dias fora de casa pelo Campeonato Brasileiro da Série D, quando enfrenta o Juventude.

Já foi feito um churrasco na sede da torcida e venda de produtos da Fúria, como a nova camiseta regata. Agora a organizada está distribuindo um ofício onde pede a ajuda financeira de empresas e colaboradores.

Ao
Colaborador Amigo
 

A Associação Cultural Social e Esportiva Fúria Marcílista, entidade sem fins lucrativos, fundada em 09 de Abril de 2012, com sede e foro na cidade de Itajaí, CNPJ 16.103.559/0001-87, VEM por meio desta, solicitar junto ao Colaborador Amigo ajuda financeira para organizar excursão para estreia do Clube Náutico Marcilio Dias, no Campeonato Brasileiro da Serie D, no dia 09/06/2013 às 16.00 horas na cidade de Caxias Do Sul – RS, contra a equipe do Juventude Futebol Clube, cabe ressaltar o nosso engajamento no Município de Itajaí, onde possuímos grandes ligações com município mostrando nossa imagem muito além de Torcida Organizada, mas também como uma entidade Esportiva, Cultural e Social de Itajaí.

 

Fúria Marcílista

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O lateral que virou goleiro, ganhou todas e o time perdeu quando ele voltou para a linha

John

Crédito: Lúcio Rila/Diarinho

Sim, esse título aí de cima é verdadeiro, a história aconteceu e aqui em Itajaí. Tô falando do lateral-esquerdo John e da equipe do Rio do Ouro, que tá disputando a Copa Primavera. Atual campeão da Liga Itajaiense de Desportos (LID), a equipe da Murta perdeu alguns jogadores próximo ao início da Copa Primavera e de goleiro só inscreveu o Ulisses. E aí a história começou.

Na primeira rodada do returno da primeira fase, contra o Tropical, Ulisses se machucou no primeiro tempo. No intervalo, sem goleiro reserva, a equipe de Paulinho Batista e Zilda Dalmolín precisou decidir quem ia pro gol. Foi aí que o lateral John se ofereceu. Ele voltou de luvas para o segundo tempo, não tomou gol e o Rio do Ouro venceu por 1 a 0.

O jogo seguinte foi contra o lanterna do grupo, o Vila Nova. John tomou seu primeiro gol, mas não fez falta, a equipe fez nove e venceu por 9 a 1. Na última partida da primeira fase Jhon tomou mais um gol, mas o Rio do Ouro venceu a ACPCN por 3 a 1 e confirmou a melhor campanha na classificação geral da competição. Foi quando entrevistei o lateral-goleiro pra matéria que foi publicada no dia 22 de abril no jornal Diarinho.

Ulisses se recuperou e voltou para o gol do Rio do Ouro no domingo passada na primeira partida de ida das quartas de final da Copa Primavera contra o Dom Bosco. John voltou para a lateral-esquerda. Vitória do Dom Bosco por 2 a 1, que agora joga por um empate na partida de volta. O time da Murta, por ter melhor campanha, passa com vitória simples.

Lógico que a derrota do Rio do Ouro não aconteceu porque John não estava no gol, até porque o Dom Bosco tem uma das melhores equipes da competição e o Ulisses é um bom goleiro, foi importante no título da LID e nas primeiras rodadas da competição, mas não deixa de ser algo inusitado.

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